sexta-feira, 31 de julho de 2026

Favoritos do Mês #7

Depois de acompanhar a Copa do Mundo até o fim, confesso que foi difícil voltar à programação normal. Começava um dorama e parava, depois tentava outro e acontecia a mesma coisa. Nada parecia prender minha atenção, até encontrar uma história que me envolveu logo no primeiro episódio. Aos poucos, as leituras também voltaram e embora julho tenha rendido menos favoritos do que o habitual, todos eles merecem um destaque por aqui.

📺 Weak Hero Class 1 (Wavve, 2022)

Yeon Si Eun (Park Ji Hoon) é um dos melhores alunos da escola, mas sua aparência frágil faz com que muitos o subestimem. Acostumado a resolver tudo com inteligência e raciocínio rápido, ele se torna alvo constante de violência escolar. Em meio a um ambiente cada vez mais hostil, ele encontra em Ahn Su Ho (Choi Hyun Wook) e Oh Beom Seok (Hong Kyung) uma amizade inesperada, que passa a representar um raro momento de tranquilidade em meio ao caos. No entanto, à medida que os conflitos se intensificam, os três precisam enfrentar escolhas difíceis que colocam à prova seus laços e mudam completamente o rumo da história.

Geeeente, eu sofri junto com o Si Eun do início ao fim. Passei raiva com as situações que ele precisou enfrentar e torci para que o personagem encontrasse um momento de paz, o que parecia cada vez mais difícil. As cenas finais, especialmente aquela em que ele quebra o vidro da janela, acabaram comigo. A vontade era de ir até lá e abraçá-lo. Já era fã do Park Ji Hoon, mas vê-lo expressar tantas emoções através de pequenos gestos e expressões só fez minha admiração por ele crescer. Foi uma história intensa, que me deixou curiosa para conferir a segunda temporada. 🏆

📺 T-shirt ga Kawaku Made (TBS, em andamento)

Sakiko (Aoi Yu) é casada com Mitsuru (Matsuyama Kenichi), enquanto Itsuki (Nakajima Ayumu) vive com a esposa Azusa (Kaho) e o filho. Os dois casais levam uma vida aparentemente tranquila, até que um acidente faz com que Sakiko e Itsuki se aproximem e passem a questionar o quanto realmente conheciam seus parceiros. Conforme começam a investigar o que aconteceu, segredos dos dois relacionamentos vêm à tona e situações que pareciam sem importância passam a ganhar novos significados.

Eu tinha prometido para mim mesma que não assistiria mais nenhum dorama em andamento. Não gosto da ansiedade de esperar um episódio por semana, mas bastou dar uma espiadinha no primeiro capítulo para tudo desandar 😂. A trama me envolveu logo de cara e, para completar, o elenco reúne um time de atores que admiro bastante. Estou achando muito interessante não saber exatamente onde a história vai chegar e tentar juntar as peças conforme novas informações aparecem. Só resta aguardar os próximos episódios e torcer para que a série mantenha o ritmo.

📚 LIVROS

A Parte que Falta (Shel Silverstein)

Depois de semanas sem conseguir engrenar nenhuma leitura, ouvi alguém comentando rapidamente sobre esse livro e fiquei intrigada. Pouco tempo depois vi um exemplar à venda e quase comprei por impulso. Ainda bem que esperei, porque acabei encontrando depois em outro lugar e pude ler sem precisar gastar nada. A maior surpresa foi descobrir que a leitura dura menos de cinco minutos, sério. Apesar de curtinho, o livro transmite uma mensagem bonita sobre busca, pertencimento e felicidade. E talvez essa seja justamente a graça de um livro tão pequeno conseguir deixar uma impressão tão grande.

Quem Mexeu no Meu Queijo? (Spencer Johnson)

Eu já tinha lido esse clássico muitos anos atrás e praticamente não lembrava da história. Foi quase como descobrir um livro novo. A leitura continua rápida, mas a mensagem sobre mudanças, medo e adaptação fez ainda mais sentido para mim hoje do que na primeira vez. Engraçado como um mesmo livro pode conversar de maneiras diferentes com a gente dependendo do momento da vida. Talvez a história não tenha mudado tanto assim... provavelmente fui eu que cheguei a ela com outras experiências e outras perguntas.

Roube Como um Artista (Austin Kleon)

Esse foi, sem dúvida, o livro que mais me inspirou no mês. Austin Kleon mostra que criatividade não nasce do nada e que todas as referências que acumulamos ao longo da vida ajudam a construir aquilo que produzimos. Como gosto muito de registrar momentos de forma analógica, várias ideias apresentadas no livro me fizeram pensar em novas formas de organizar inspirações e desenvolver projetos pessoais. Foi uma leitura leve, divertida e cheia de pequenas provocações que despertam vontade de colocar a mão na massa.

📹 VÍDEO NOSTÁLGICO DO MÊS

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário